sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

GUERRAS


 

GUERRAS


As batalhas se tornam intensas demais.

Não existe trégua, acaba um combate e já entramos em outro.

É como se estivéssemos sem trincheira, e precisamos nos esquivar, fugir das explosões.

Não conseguimos parar, para dar um tiro preciso, nossos disparos são a esmo.

Não existe a possibilidade de se esconder, o campo de batalha é aberto sem proteção, precisamos correr.

Se parar, podemos ser neutralizados, precisamos continuar.

Nesse momento temos a sensação de que perdemos, não conseguimos nos alinhar para responder aos disparos.

A expectação é de derrota, e o desespero aparece em nossos caminhos.

Parece que tudo acabou, que não nos resta mais nada o que fazer, perdemos o controle da situação, é preciso fugir, se esconder, entrar no bunker, talvez alguns minutos de segurança, ou horas sem precisar se esquivar ou fugir, nos façam refletir.



Estamos vivos e lúcidos, conseguimos sobreviver até aqui, mesmo que feridos, ou atingidos por algum projétil, estilhaços, mas, ainda respiramos, temos vida, e esperança.

Na nossa jornada precisamos de uma trégua, no meio das batalhas, se refugiar num lugar seguro, onde tenha alimento, água potável, um lugar para descansar, ou alguém para desabafar.

Um bunker é normalmente protegido, tuneis levam a lugares que chegam a ser intransponíveis, o inimigo, precisa se aproximar, mas o local foi projetado para suportar ataques de infantaria, até de blindados, por mais que não seja uma fortaleza, tudo demanda tempo e estratégia para o ataque final do inimigo.

O que precisamos é de um pouco de tempo, se encontramos o bunker temos o tempo que precisamos, ou o necessário, para recuperarmos nossas feridas, restaurar a nossa estrutura, levantar a cabeça, agradecer pela vida, por sobreviver a tanto ataques, inúmeros confrontos e batalhas, dá para ouvir ainda o silvo dos projéteis e o deslocamento de ar das bombas, o uniforme todo manchado de pólvora, manchas vermelhas.

Parece a descrição de um campo de batalha, mas não é, embora seja semelhante, essa é a nossa vida, o nosso dia a dia, foi o nosso ontem, é o nosso agora, será o amanhã de certa forma, a batalha pela vida, espero que hoje, agora te encontre dentro do bunker.

Que essas palavras te encontre num momento que esteja seguro, longe das explosões e dos disparos, o inimigo apesar de rugindo e bramando, não pode chegar ao lugar que você está, mas este lugar seguro será por pouco tempo, logo virão armamentos mais pesados, bombas lançadas do alto, vai desestabilizar a estrutura, o risco pode ser grande.

Precisa continuar, encontrar um lugar ainda mais seguro, onde o espaço aéreo esteja protegido, a marinha não esteja comprometida, a infantaria possa das trincheiras disparar com precisão, responde ao fogo contrária nas mesmas proporções.

Nossa vida é uma batalha contínua, que não cessa, hoje haverá problemas, embates e indecisões, o amanhã da mesma, e se pensarmos no ontem, não foi diferente o cenário era outro, o local poderia ser diferente, os ataques de outro ângulo, de outra direção, mas as dificuldades são as mesmas, o momento parece uma repetição, no entanto, as lutas são diárias, as guerras nãos deixam ocasiões para festas.

Essa reflexão chega em nossas vidas, falando de uma realidade, talvez diversificada num todo, porque os campos podem ser diferentes em vários aspectos, mas, no fundo, os elementos são iguais, tiros, explosões, vidas sendo ceifados, pessoas ficando pelo caminho.

A impressão que temos é que a reflexão passa uma mensagem de fuga, de certo ponto de vista, sim, mas a mensagem que talvez passou despercebido, é que precisamos encontrar um local seguro, e lá em segurança, organizar uma defesa, ou um contra-ataque, como foi dito, responder aos disparos de forma precisa.

Fora das trincheiras, precisa fugir até que se encontre em segurança, precisamos encarar os combates com a certeza de vamos vencer, se estiver na dúvida, o melhor a fazer é procurar a trincheira, ficar no campo aberto será um alvo fácil.

Não se trata de fugir, mas sim, se proteger, manter a integridade, lembre-se que estamos falando da vida diária, a comparação com um campo de batalha, usei como metáfora, a guerra, é obvio que nem se compara, a guerra é uma cena de horror e destruição, mas ela tem um tempo e acaba, nossa batalha diária não cessa, e outra, não pode ter rendição, nem levantar bandeira de paz.

Não vai existir um termo de rendição para nós, os que fazem isso se foram precocemente, mas nós cheios de esperança, esperando por um novo amanhã, a fé numa vida eterna depois dessa, acreditando nas promessas fiéis de um certo JESUS CRISTO, o FILHO DE DEUS, que nos prometeu que um dia não vão existir mais lutas, nem tribulação, nem tentação, nem angustias, ELE disse que limparia de nossos olhos todas as lágrimas.

Então ficamos assim, se precisar fugir, corra, se precisar se esconder, se refugie, não se exponha, o bunker é isso mesmo que pensou, um lugar, um refúgio, muitos como eu e você o procuram as noites, no fim de semana, um lugar onde as brasas se ajuntam, onde as labaredas se fundem, ali temos um tempo para ouvir, louvar, lamentar, pedir, implorar, derramar a nossa alma, orar, ouvir uns conselhos, tiras as dúvidas.

Mas acredite, nunca vai ouvir nesse refúgio que deve parar, deixar de lutar, se entregar, desistir da vida, seja onde for, o local, a placa, não importa, palavras sempre serão motivadoras.


(Claudio Alves de Oliveira)

Guerras


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

NÃO VOU DESISTIR



 

 

NÃO VOU DESISTIR



Talvez as palavras que escrevo não seja, o que as pessoas gostariam de ler.

Nem as poesias serão usadas para uma declamação.

Muito menos a canção que será ouvida.

Talvez não seja uma boa companhia, possa ser algo a ser evitado, ou até mesmo ignorado.

Não sou aquele que faz toda a diferença, que chama atenção das pessoas, que atrai milhares.

Não tenho a singeleza nas frases, nem a sabedoria nas reflexões.

Não sou um sábio, muito menos um filósofo, não domino nenhuma ciência, não sou um influenciador.

Talvez a minha voz não será ouvida, nem terei lugar de fala, e muito menos atenção.

Meus poemas ignorados e escondidos no esquecimento.

Então alguém pergunta com sabedoria, com extrema elegância, ou faz uma sugestão como se fosse um conselheiro.

Porque, não desiste, se tudo o que foi feito, nada se agrega, se não existe embasamento, não vão existir resultados.

Motivos e razões, justificativas terá aos milhares se parar agora, todos vão entender.

Essa é uma questão que me cerca todos os dias, mas aí eu vou ver as estatísticas, e uma pessoa participou, alguém leu, assistiu, nem comentou nada, mas tive alguns instantes daquela preciosa atenção.

Aquela pessoa que com carinho leu cada frase, cada verso, se sentiu bem, deixou um sinal que gostou, outra me incentivou, outros vieram no portão de casa com sinal de gratidão.



Desistir talvez seja a tarefa mais fácil dos seres humanos, algumas pessoas nem precisa de motivos e razões, nem justificativas, simplesmente desistem antes mesmo de começa alegria e o prazer de escrever, o espanto que a inspiração nos causa, mostrando o quão frágeis somos, como se do nada surgisse alguma coisa que não esperamos, às vezes é como ser reconstruído, como dizem da fênix, das cinzas.

Desistir na minha visão é om ato mais fácil, mas é uma decisão tão difícil e profunda de tomar, mesmo estruturada em cima de bons argumentos, construída com blocos enormes de justificativas, poderia ser até o melhor para aquele momento, mas não vivemos só do momento, um dia se finda e outro chega.

Nossas decisões de hoje possam ser que interfira em nossos caminhos no amanhã, o arrependimento tem que andar na frente do tempo, ele não tem aliados, não espera, não vai parar esperando uma decisão nossa.

A felicidade de poucas linhas expressar sentimentos, contar uma história, abordar alguma coisa que porventura ajude alguém, ou faça as pessoas refletirem, para um instante para avaliar, pesar aquelas palavras, ou como disse um dia, um leitor, usá-las para a vida, é um privilégio gigante para alguém tão pequeno, é algo majestoso para alguém tão medíocre, uma honra de grau altíssimo para alguém que fez tão pouco.

Avaliando todos os pormenores, fica difícil de desistir, a primeira vista parece a coisa certa a se fazer, a decisão correta, mas quando entramos no contexto, e vamos avaliando a decisão se torna improvável, desistir é uma ação bem simples, mas é uma decisão extremamente profunda.

Agora eu posso responder, ao conselheiro que orientou para parar e desistir, e ao que com elegância perguntou, não posso parar, não consigo, desistir também não posso, se fosse pela fama ou reconhecimento nem teria começado, se fosse por dinheiro já teria desistido.

Estou olhando um pequeno pássaro que está de frente a minha janela, e ele quer ir uma floresta que consigo enxergar de onde estou, e ele vai, se ele quiser tomar água do riacho que vem da serra ele voa até o local, se ele quiser até o ponto mais alto da Mantiqueira ele bate suas asas e vai.

A inspiração também é assim, te leva para lugares que precisaria de recursos de dias ou horas, ela te leva para lugares que precisaria de um navio, ou um avião, te leva ao fundo dos oceanos, a inspiração te leva a lugares que nenhum homem foi capaz de ir, ninguém voltou ao passado, mas a inspiração te leva ao passado e até o futuro tão incerto.

Você é você mesmo, mas dentro da inspiração, está em um personagem, que pode ser uma pessoa, um animal descrevendo sua história.

Então te devolva a pergunta: por que desistiria?

Responda-me agora, por qual razão pararia?

Que argumento pode me dizer que justifique.

Qual motivo me daria para desistir.

Minha resposta você já sabe.

(Claudio Alves de Oliveira)

Não vou desistir

 

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

2026


2026


 

DOIS MIL E VINTE E SEIS

E lá se foi o ano, ficou na história.

Um ano cheio de fatos, que se repetia.

Nos dando enfado, com tanta falácia.

A imprensa, você sabe, criando notícia.

O Brasil de 2025, enterrou de vez a democracia.



Não aconteceu nada em relação a anistia.

Mas malfeitores, criminosos, sim, tiveram a empatia.

Indulto de natal, fim de ano, que harmonia.

Alguns já voltaram, para aquela velha mania.

Ah claro! Vítimas da sociedade, que analogia.

Uma prisão por causa de uma vigília.

Claro que houve festa, por tamanha audácia.

Onde já viu cometer um crime desses, merecia.

Nesse aspecto não existe o que comemorar, seria hipocrísia.

A dengue matou mais que a pandemia.

Mas ninguém, falou em vacina, que demagogia.

2025 teve bom momentos com a família.

Com os amigos, o trabalho, a fé, a resiliência.

Sobrevivemos mais um ano, oh Glória.

Nosso sentimento, apesar de tudo, é gratidão, na sua essência.

Mas concordar com a injustiça, isso é incoerência.

2026 já está aí, não espero nenhuma melhoria.

Mas, somos brasileiros, e você sabe, a esperança é uma evidência.

Mas enquanto imperar a cleptocracia.

Será impossível o país voltar a ser uma pátria.

Espero que eu esteja errado na minha ignorância.

Esse contexto é geral, mas para você, minha simpatia.

Que 2026 te traga nos ventos da esperança, muita alegria.

Que nunca fique no vermelho, sua conta bancaria.

Felicidades, o que você espera, finalmente aconteça, sua pendência.

Que DEUS esteja presente na tua vida, seja sua companhia.

Que a Paz vinda dos Céus, seja sua providência.

Que pena que alguns não chegaram, nesse dia.

Ficaram pelo caminho, na saudade, viraram ausência.

Fica aqui também os nossos sentimentos, em memória.

(Claudio Alves de Oliveira)

2026


domingo, 21 de dezembro de 2025

TODA AÇÃO GERA UMA REAÇÃO


 

TODA A AÇÃO GERA UMA REAÇÃO


Nós, pessoas simples, somos de certa forma tão sensíveis, em certos momentos fortes, tão flexíveis entre o bem e o mal, tem dias que navegamos nas tormentas do ódio, ou num deserto de murmuração, mas podemos quase que simultaneamente, estar sentando em uma montanha de paz e cercado de felicidade.

Tudo depende de um fator, podemos estar em perfeita harmonia com nossos semelhantes, a natureza e até os Céus, mas podemos ocasionalmente com uma pequena ação promover o efeito dominó, só precisa empurrar uma peça que tudo em volta desmorona, tem momentos que estamos assim, seja uma palavra ou um ato.

Precisamos compreender que nem todos os fatos justificas nossas ações, a nossa transformação momentânea, o momento da ira, do furor ou do descontrole, e tem uma ressalva, pode até ser que nosso patamar fosse outro, mas por algo bem simples, explodimos nos tornamos muito forte, mas tão baixo ao mesmo tempo, dominado pelo ódio, perdemos até a identidade de ser humano.



Antes do mal já feito, quem dera pudéssemos nos questionar se era necessário ser tão cruel, tão duro dessa forma, quando outro ser humano diante de nós, não conseguir conter as lágrimas que elas sejam de alegria, existem momentos que são inevitáveis, uma separação por causo do luto, tragédias, comoção, mas que jamais sejam por causa da humilhação, do desprezo, da arrogância ou da ganância.

A verdade é que não temos ideia do estrago, da destruição que causamos por causa de uma simples ação, seja um ato, uma palavra, um gesto, se perceber nos olhos daquele que está diante de nós as lágrimas começarem a forçar para sair, esse é o momento que ser valente, ser forte e não permitir que saiam, o ato do guerreiro mais apreciado por todos é quando foge da sua natureza.

Tentem imaginar um lutador, um boxeador, por exemplo, dentro do ringue ele precisa ser forte e derrubar seu oponente, ele é aplaudido quando isso ocorre, mas quando depois de derrubar seu oponente ele vai ajudar aquele que por causa da profissão até o machucou, os aplausos são diferentes, a repercussão é outra.

Numa maratona, um corredor africano era o primeiro colocado, mas errou o caminho, o segundo colocado um espanhol passou por ele, viu a situação, o ajudou a voltar a prova e deixou ele terminar em primeiro, quando questionaram porque não venceu a prova, ele era o primeiro seria justo, o erro não foi dele o corredor da África que confundiu com o percurso, o espanhol respondeu, que honra eu teria.

Usei esses exemplos bem humanos, um fato não justifica as nossas ações, principalmente quando elas são destrutivas.

Se for magoar alguém, tente a reconciliação.

Se for afligir, conforte primeiro.

Se for humilhar, antes de mais nada considere.

Se for se denegrir, opte por exaltar.

Se for declarar guerra, tente um acordo de paz.

Se for criticar, elogie antes.

Se for espancar, abrace primeiro.

Se for gritar, experimente o silêncio.

Se for destruir, tente juntar os pedaços antes.

Se for destilar o ódio, saboreie o afeto.

Se for para vencer sem honra, deixe de lado a vitória.

Se for coroado sem mérito, não aceite.

Se for injustiçar, seja prudente, aprecie a justiça.

Se for incapaz de ser justo, busque ser criterioso.

O preço da paz pode ser áspero, um cálice amargo.

Um caminho muito espinhoso e cruel.

Mas o preço da guerra é a destruição, a desolação.

O caminho de uma glória momentânea.

Antes de pôr tudo a perder, precisamos nos perguntar antes, se vale a pena mesmo, perdemos o controle e empurrar aquela peça, que derrubará todas as outras.

Nunca é tarde para o perdão, nem para o arrependimento, para aqueles que desejam uma retratação, mas para os que rejeitam o perdão ofertado, nada mais resta.

A questão agora é essa, qual a razão de nós deixarmos ser tomados pela ira, por tão pouco, tentemos buscar uma justificativa, uma razão para isso.

Como algo tão insignificante é capaz de nos transformar num ser que dominado pelo ódio, magoa seu semelhante sem nenhum remorso, e muitas vezes deixando de lado a gratidão.

Feliz é aquele que renuncia a si mesmo, encontra um tempo para reparar seus estragos, corrigir seus erros, perdoar quem tiver que perdoar, pedir perdão da mesma forma, pedir desculpas até se libertar do remorso, muitos não encontram esse caminho, ou preferem carregar consigo na sua partida.

Essa última viagem nossa não podemos levar bagagem e o remorso, a mágoa, o ego inchado, problemas mal resolvidos são malas gigantes que a alfândega rumo a eternidade não vai aceitar, vai manchar o passaporte.

Nós seres humanos tão melindrosos, escalamos uma montanha e perto do topo, por um descuido, caímos e precisamos recomeçar a escalada.

Tão próxima da vitória tão sonhada, erramos o caminho, mas em nossos caminhos sempre haverá os dois lados, os que se importam, e os que não estão nem aí, poderíamos colocar de muitas maneiras, mas creio já entendeu.

Nossa jornada é assim, nem sempre vamos encontrar flores pelo caminho, haverá espinhos, escorpiões e deserto, alguém vai ajudar, mas outros vão atrapalhar, terão aqueles que sentirá alegria com nossas conquistas, mas tem outros que a inveja falará mais alto, tem aqueles que choram ou se alegram juntos, mas sempre aqueles que não se comovem encontra justificativas quando estamos em aflição, acusando de qualquer coisa para satisfazer seu ego.

Concluímos que nossa jornada é melindrosa também, podemos estar em ascensão, mas podemos cair, podemos viver na mais pura paz, mas uma coisa simples transforma essa paz em guerra, vivemos entre o bem e o mal, dentro de um limite pisamos às vezes na linha do mal, devemos ser consciente sabendo que temos que voltar para a linha do bem.

As coisas boas que quero realizar não consigo, mas as más que não quero fazer, parece que as faço a todo momento.

Muito grato pela sua atenção, não esquece de deixar a sua opinião, compartilhe, DEUS abençoe o seu dia, o seu momento, o seu agora.

(Claudio Alves de Oliveira)

Toda ação gera uma reação


terça-feira, 16 de dezembro de 2025

A RAZÃO


 

A RAZÃO


Quando somos dominados pela razão.

Podemos dizer que perdemos a noção.

Alimentamos algo maior que foge da nossa compreensão.

Sem perceber o ódio se torna uma expressão.

E o rancor nos leva a transgressão.

E perdemos o norte, a direção.

E o “eu” é tudo o que temos na nossa visão.

Não conseguimos agir com clareza, perdemos a precisão.

E isso pode afetar na nossa decisão.

Que pode manchar a nossa reputação.

Somos afetados por um sentimento mal, chamado ingratidão.

E podemos cair em contradição.

Não pensamos nas consequências, em retaliação.

O momento é de pura indignação.

Com a força da razão temos uma transformação.

Deixamos a paz de lado e partimos para coalizão.

Conselhos que recebemos é como uma provocação.

Todos estão errados na nossa avaliação.

Não merecem nosso respeito e admiração.

Munidos do convencimento de estamos certos, é nossa fixação.

Não importa o que os demais pensam ou na mediação.

Cheios da razão não percebemos o momento de reflexão.

Onde devamos parar e analisar a situação.

Estamos dispostos a ir até a depreciação.

E não percebemos que fomos dominados pela escuridão.

A razão é muito destrutiva e só nos causa punição.

Um caminho que pode levar a destruição.

Podemos encontrar a volta na reconciliação.

Ou tudo que podemos encontrar é a vereda da humilhação.

Porque ofendendo pensamos na exaltação.

E desfazendo das pessoas pensamos na ascensão.

Nos sentindo mais fortes, mais sábios e sem compaixão.

Munidos da razão queremos do nosso próximo, a execução.

E ela nos impulsiona a ir mais além da degradação.

Aos cristãos um perigo de grande proporção.

Cheios da razão não perdoa nem seu irmão.

Nem se comove com a consternação.



Não é capaz de assimilar o perdão.

Em suas ações provoca até a condenação.

Daqueles que recebe dele a desconsideração.

Muito foco para não realizar a compreensão.

Convictos no seu ego inflado, com muita disposição.

Não percebe o perigo que corre no seu coração.

De todo o mal a sua volta que provoca dissenção.

Nem percebemos que tudo poderia ser evitado, com uma simples ação.

Um pedido de desculpa resolveria toda aquela dimensão.

Evitaria o constrangimento e toda a confusão.

Onde cabe a anistia, também será lugar do perdão.

O lugar onde a luz entra, debanda as trevas e escuridão.

Nunca é tarde para uma reconciliação.

Precisamos entender que nem tudo, é conspiração.

Existem situações que podemos levar em consideração.

Momentos que podem ser feita uma contenção.

E toda aquele furor tomar outra direção.

Nada melhor que terminar um conflito com um aperto de mão.

Causando em que está perto muita admiração.

Porque o rumo que estava tomando a discussão.

Poderia acabar com a vida de alguém ou a extinção.

No entanto, quando existe o conflito de opinião.

E se chega a um consenso, se torna uma ponderação.

Significa que dominamos nosso eu, e vencemos a razão.

E praticamente em uma guerra encontramos a paz e a união.

O que fica posteriormente é um grande alívio e boa sensação.

O nosso inimigo mais próximo é nosso ego, temos que ter essa noção.

Antes de um conflito com os demais, pensamos em prevenção.

Porque muitas vezes na nossa razão, não encontramos solução.

E tudo pode ser perdido em um segundo, uma fração.

Não podemos ser dominados pela razão.

Mas controlá-la e sermos o guardião.

O nosso egoísmo causa em nós mesmo, a traição.

Evite o caminho da separação.

Se desvie da vereda da resignação.

Trocar as amizades pela solidão.

E um dia vai entender com exatidão.

Que a humildade é um grau elevado muito acima da ambição.

Que a coerência é mais nobre que a discriminação.

Que a compreensão é uma essência como a abnegação.

Evitar um combate é não cair em degradação.

O caminho da paz é cheio de obstáculos e tribulação.

Mas é essencial que mesmo com lágrimas seja nossa progressão.

Porque munidos da razão, em uma desordem, pode ser uma abominação.

Evitar um fim precoce é uma sábia decisão.

Autor:

(Claudio Alves de Oliveira)

A razão


terça-feira, 9 de dezembro de 2025

O AMOR PODE SER AFERIDO?


 *Repostagem de textos antigos com a interação de vídeo, podendo ser assistido aqui mesmo ou no YouTube.*


O AMOR PODE SER AFERIDO?



Não existe algo que possa medir o amor, seu tamanho e proporção, nenhuma ferramenta ou máquina já construída tem essa precisão, a verdade que o verdadeiro amor não pode ser medido.

De todo o conhecimento dispensado ao homem, em relação ao amor, essa é a maior definição que conheço, a maior demonstração de amor que existe é quando damos a vida por outra pessoa.

Todos nos conhecemos de quem é essas palavras, e quão profundas elas se tornam quando paramos para analisar, porque essa doação tem que ter um bom propósito e pureza.

O verdadeiro amor é uma evolução nossa, assim eu compreendo, um caminho para ser trilhado, muito conhecimento para ser adquirido, um nível muito alto para ser alcançado.

Falando de nós simplesmente, somos cercados pelo ódio, rancor e outras coisas, podemos estar com um pé no amor, mas o outro pode não estar, avaliamos com isso que nossas atitudes elas mudam rapidamente, ou seja, podemos estar cercados com amor, mas por uma circunstância da vida isso pode mudar.

Estamos todos sujeitos a tudo nessa jornada que se chama vida, tanto ao bem e quanto ao mal, uma ofensa, por exemplo, pode causar um impacto muito grande em nós, e do amor abraçamos o ódio em segundos, estamos falando de uma palavra, agora tente imaginar, uma agressão, pois é, falar que amamos é tão fácil, agora viver isso é que o nosso desafio.

Gosto de usar o termo evolução, porque o amor verdadeiro é como uma pedra bruta, que precisa ser lapidada até que se torne uma joia, e assim nós precisamos do tempo para compreender o que é o amor, na verdade, somos nós que precisamos da lapidação, ser retocados, moldados até que alcancemos a perfeição.

É temos uma vida para entender isso, alguns passam dos 100 anos, outros não têm tanto tempo assim, seus dias são poucos, bom o que compreendo é que a maioria dos seres humanos não entenderam o que é isso, o amor verdadeiro.

Se perguntássemos a alguma pessoa sobre um amigo, ela diria “eu gosto muito dele ou dela”, como iríamos medir esse sentimento, difícil, a pergunta que podemos questionar seria essa: até quando? Até quando vai durar esse amor que às vezes é demonstrado só por palavras?

Muitos de nós confundem, o instinto com o amor, exemplificando, alguém passa pela rua e ajuda um morador de rua ou um pedinte, essa atitude apesar de tão dedicada, pode ser considerada apenas como instinto, essa ação nós podemos observar que ocorre também entre os animais, é impressionante quando na natureza presenciamos uma cena assim, animais distintos se ajudando.

Mas possa ser que alguém questione, o ato de ajudar alguém como pode ser considerado apenas instinto, essa é uma pergunta que só aquele coração pode responder, no entanto, poderíamos responder de outra forma, uma pessoa alcançou tal maturidade que para ela essa atitude de ajudar se tornou algo comum, não pensa duas vezes, não conta o dinheiro que tem no bolso, um de nós pessoas comum, passa por alguém em necessidade com o dinheiro de pagar as contas certo, não falta e nem sobra, e diante de uma cena assim, é comum nós pensarmos duas vezes, se ajudar essa pessoa vai faltar para mim, nesse momento surge a prioridade, e ela fala mais alto, creio que tenha compreendido.

Já alguém que amadureceu no amor, a prioridade dele é o amor, e voltamos naquela pergunta, até quando dura o amor?

Entre amigos ele dura até uma ofensa, tem “amigos” que a amizade vai até o dinheiro acabar, deve ter ouvido falar muito disso, principalmente nas ruas entre aqueles moradores, outro dia tinha uma pessoa que foi muito famosa, bem sucedida, rico e tinha muitos amigos, mas na sarjeta nenhum deles estendeu as mãos.

Mas alguém pode dizer, isso não era amor, era só interesse, o amor não pode ser medido, no entanto, tem uma data de validade, como assim? Tudo o que não tem um alicerce, não dura, imagina uma construção feita de qualquer jeito, sem um bom fundamento, um dia vai cair, desmorona, assim também o amor sem sustentação, um dia acaba, os dois pés acabam por trilhar o ódio, e as justificativas serão muitas, os argumentos serão em toneladas, e a razão será abraçada o amor fica de lado.

O amor não pode ser medido, para entendermos o que ele é precisamos evoluir, primeiro como seres humanos, no caráter, na compreensão, nas atitudes, na humildade, na mansidão, na fé, no acreditar, no esperar, é uma longa jornada.

Eu poderia falar ainda muito mais, mas eu olhando para essas palavras já escrita, me fazem sentir uma criança que ainda precisa de alguém para aprender, caminhar, aprender a falar, é assim que me sinto, mas sei que preciso chegar em outro nível, preciso avançar, evoluir.

A maior demonstração de amor que existe é quando alguém dá a vida por alguém, tente imaginar alguém que deu a sua vida pela humanidade, é aí foge da nossa compreensão.

Um dia vai restar a todos nós aqui na terra três coisas, devido aos acontecimentos vão permanecer a fé, a esperança e o amor, mas ocorre que o amor é maior do que a fé e a esperança, muitas qualidades nossas, boas ações não estão ligadas ao amor, ou atreladas, lembra do exemplo, quando disse do instinto, talvez agora fica mais claro, o ato de ajudar alguém se trata apenas de instinto, não é amor, “e ainda que eu distribuísse a minha fortuna para sustento dos pobres, e entregasse meu corpo para ser queimado por alguma causa e não tivesse amor nisso, não significa nada”, deve saber que agora estou citando, o amor está acima de doações.

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.



1 Coríntios 13:1

Se tivesse todo o conhecimento, conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e tivesse toda a fé, de maneira que transportasse os montes, isso sem o amor nada é, não tem nenhum valor.

Tente imaginar o nível de conhecimento de alguém que domina a ciência em só aspecto, ou alguém que tem tanta fé que se ordenar as montanhas mudam de lugar, pese tudo isso, pois sem amor isso não tem nenhum valor.

Precisamos entender que tudo falha, tudo acaba, porque um dia a profecia não se cumpre, o que tem o dom de falar em outras línguas se cala, e ciência desaparece, porque tudo isso está ligado aos homens, que se vão e vem, alguém morre no lugar de alguém, doa sua vida por alguém essa é maior demonstração de amor por parte de um ser humano, lembra daquela professora que salvou muitas crianças na escola, tirou do incêndio se sacrificou por aquelas crianças, eu tenho certeza que não acabou aí, um dia quando vier o que é perfeito, tudo será revelado, porque tudo o que temos é uma parte.

Todos os seres humanos têm 10% do seu intelecto, estamos limitados, então no futuro não muito distante, está escrito assim, quando vier o que é perfeito, aquele que deu a sua vida pela humanidade, então o que é em parte será aniquilado, ou seja, o nosso conhecimento, a nossa ciência, o amor nos fará alcançar o que hoje falamos sem conhecer, sem tocar, sem provas físicas, apenas de alguma forma cremos, acreditamos.

Porque ainda observamos como se tivéssemos olhando para um espelho, e ali conseguimos olhar para nós mesmo, nossa forma, mas não enxergamos a nossa alma, nossos olhos só conseguem ver a matéria, mas no dia da perfeição será diferente.

Aquele Adão de antes do pecado, que a morte não tinha poder sobre ele, e que não tinha a mesma limitação que todos nós temos, é esse o objetivo.

O amor é mais profundo do que podemos imaginar, e muito mais alto do que podemos atingir, mas é o caminho para a eternidade, por essa razão é tão complexo, mas, ao mesmo tempo, tão puro, cheio de pedras e espinhos, mas tão sublime, tão sofredor, mas tão benigno, no caminho haverá muitas injustiças, mas estamos cercados de verdade.

Agradeço a sua atenção, comente, deixe seu comentário, seu parecer ou crítica, imensamente grato, pela participação.

(Claudio Alves de Oliveira)

O amor pode ser aferido?


segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

A CHAVE

 



A CHAVE



A chave é tão necessária, a sua falta pode causar a ruína.

Uma paralisação, de um sistema, ou de uma máquina.

Um prejuízo enorme, para uma organização.

Alguém que perdeu a chave do veículo, por exemplo, está longe de casa.

Terá que chamar um chaveiro, fazer uma cópia, decodificar, tudo vai gerar um custo.

Imagine uma grande organização que devido a uma chave parou sua produção, linha de montagem.

Ou um banco, cujo funcionário perdeu a chave do cofre.

A chave não é só um simples objeto, que pode ser perdido.

Que abre portas, gavetas, armários, um instrumento de fechadura.

Ou na mecânica, que serve para apertar, desapertar, montar ou desmontar.

Mas, pode também ser esquecido ou ignorado.

A chave que abre as portas e também fecha, que lacra, que encerra um ciclo.

Que dá acesso ou também tira, uma mão de duas vias.

A chave que contém códigos, números, seriais, chip, joelho, criptografia.

Serve de proteção, guardar tesouros, segredos e trancafiar o mal de certa forma.

No conceito simbólico, representa: resolução ou segredo, a chave que desvenda um mistério, onde tudo fica claro, as peças se encaixam e o quebra-cabeça é montado.

Também representa poder, símbolo de posse, domínio, acesso livre.

A essência ou a base de algo, o elemento fundamental ou o ponto essencial de alguma coisa.

Pode também representar o início ou preparação para algo superior.

🔑Um simples objeto, mas quando olhamos de outro ângulo, se torna algo imponente e essencial.

A chave representa de forma eficiente, acesso, a solução, o poder e a essência.

Vamos dizer assim que todas as chaves são essenciais, todas têm sua finalidade, por exemplo, uma chave de fenda ou Philips, essências para parafusos, chave combinada, inglesa, a chave de boca são ideais para porcas, você entendeu.

Um código que libera a passagem numa combinação de números e caracteres, essência para proteção de dados.

Agora existem chaves, que nós precisamos construir, é como se cada ação nossa moldasse ou usinasse cada ponto dessa chave, lixar as sobras, ajustar para ter utilidade.

Vamos colocar alguns exemplos:

A chave da realização é a insistência, representado por degraus, que deve ser vencidos um a um até o topo.

A chave da conquista, é acreditar e não desistir quando os fracassos forem frequentes, e os erros forem constantes, mas focado no objetivo é transformar erros em acertos, ou seja, a superação.

A chave da vitória é quando apesar das lágrimas, de todos os contratempos, os obstáculos superados, alcançamos nosso objetivo.

A chave da humildade é trilhar as veredas da justiça, deixar de lado a razão, perdoar é fácil, mas o pedir perdão é mais complexo, precisamos fazê-lo, não se importando com a razão, se está certo ou errado, ninguém disse que o caminho seria fácil, para alcançar essa chave é preciso não deixar pontas soltas.

Talvez a maior dificuldade de um ser humano seja possuir a chave da humildade, porque para que a chave seja perfeita, é preciso tirar as impurezas, um trabalho de um mestre, porque essa chave não pode ter rebarbas do tipo: altivez, arrogância, presunção, orgulho, vaidade, soberba, ego, opulência, ostentação, desobediência, desrespeito, insubordinação, desacato, insolência e desaforo.

Assim como o metal bruto, precisa que outros produtos sejam acrescentados na sua estrutura, para determinada utilidade, por exemplo, o aço, constituído de ferro (98,5%) e carbono (0,5 a 1,7%), além de pequenas quantidades de silício, enxofre e fósforo.



Assim da mesma forma a chave da humildade, precisa que se incorpore na sua estrutura: modéstia, simplicidade, naturalidade, despojamento, despretensão, desafetação, frugalidade, singeleza, submissão, obediência, respeito, acatamento, deferência, sujeição, passividade, sobriedade, austeridade, parcimônia, moderação, discrição, inferioridade, rebaixamento, baixeza, fraqueza, pequenez. Assim estará perfeita.

Essa chave vai servir para abrir uma porta que se chama o “amor”, a caridade, com alguns preferem chamar, mas para acessar o verdadeiro amor precisa da chave da humildade.

Essa porta aberta dá acesso a algo inexplicável, grandioso além da nossa compreensão, muitos tentaram explicar, estudar, definir, mas como vamos entender, compreender aquilo que está tão alto, uma ciência tão sublime que não posso alcançar.

Mencionei as palavras do rei Davi, simbolicamente a porta que se abre através da humildade, encontramos a chave do amor, essa que acessa além do infinito, um lugar onde o tempo não existe, e a matéria é insignificante.

Você poderá ter toda a riqueza nas mãos, fazer todo o tipo de caridade, distribuir tudo para o sustento das pessoas e ainda em seu último ato de humanidade, entregar seu corpo para ser queimado, sem a chave do amor, não abriria as portas celestiais.

Você poderia ter nas suas mãos o conhecimento de todas as ciências, falar todas as línguas, dos humanos e Angelicais, ou ainda que tivesse toda a fé, que ordenaria aos montes trocarem de lugar, ou que conhecesse todos os mistérios, todos os segredos ocultos da humanidade, sem o amor verdadeiro, não chamaria a atenção dos Céus, nem seria reconhecido.

Porque um homem ou uma mulher com todos os dons, de profecias, de curar ou de expulsar demônios, está sujeita ao orgulho, aquele que tem um certo conhecimento, arrisca ter inveja do outro que sabe um pouco mais, pode interpretar uma injustiça como a coisa certa a se fazer, através do conhecimento.

E aquele que tem toda a fé, pode buscar na fé coisas apena do seu interesse, e aquele que entregou seu corpo para ser queimado só queria construir um legado.

Ainda que imperfeitos e esperamos o momento em que vai chegar o que é perfeito, então aquilo que temos como conhecimento, como sabedoria, não vai servir mais.

Porque até então andávamos sem a presença ou a companhia do que representa o verdadeiro amor, mas no dia da perfeição estaremos juntos, unidos e não vamos mais precisar, da profecia, dos dons, do conhecimento, da sabedoria, da esperança e nem da fé.

Em certo aspecto falamos do que conhecemos e aquilo que não sabemos, profetizamos. Mas quando vier o que é perfeito, aquilo que é nosso será aniquilado, é como se o que separava a nossa visão do físico do transcendente.

Esse mundo físico foi feito daquilo que não é aparente, os nossos olhos não puderam ver a formação ou a criação, por mais que a ciência evolua, certas coisas ainda não tem respostas.

Mas no dia que vier o que é perfeito será como o sol do meio-dia, tudo será esclarecido, não existirão mais dúvidas, é como se pudéssemos enxergar a alma, nossa própria alma.

A humildade, te levará ao amor verdadeiro, que se chama SENHOR JESUS, o único caminho para a eternidade. ELE tem a chave da Glória Eterna.

Representando aquela árvore no meio do jardim a que continha a vida, que foi caçada desde que o jardim, deixou de ser habitado por humanos, e o seu caminho vigiado, ficou inacessível para os homens.

(Claudio Alves de Oliveira)

A chave